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Os 16 concorrentes do Festival da Canção

Written by on January 16, 2020

Alguns nomes são conhecidos de programas televisivos, outros foram ganhando visibilidade sem tempo de antena.

Luiz Caracol e Gus Liberdade — “Dói-me o País”

Luiz Caracol e Gus Liberdade apresentam-se em conjunto no Festival, mas é em separado que têm conduzido a carreira.

 

Blasted — “Rebellion”

O nome original é Blasted Mechanism, encurtado para a apresentação no Festival, mas o nome original existe já desde 1996. Esta banda contrasta com o tipo de música apresentada anteriormente, substituindo a melodia pelas guitarras do rock alternativo.

 

Cláudio Frank — “Quero-te Abraçar”

Nasceu no meio da música, influenciado por vários familiares ligados à área, e foi essa influência que o levou até ao Festival. Mas não são só. Cláudio nasceu em Luanda, emigrou para Portugal há dez anos, e os ritmos africanos continuam presentes na música, tal como o tema que leva ao Festival da Canção.

 

Kady — “Diz Só”

De Luanda para Cabo Verde, Kady, coloca a influência das suas origens nos vários temas que soma à carreira, incluindo o álbum lançado em 2016 “Kaminho” — esse que fez até Portugal aos poucos.

 

Dubio feat. +351 — “Cegueira”

Dubio, banda composta por Rui e Pedro Azevedo, surgiu em 2012 e está em progressão, mas já tem certo aquilo que não quer ter: “Não criar rótulos e nem pré-conceitos, o foco é fazer um rock limpo e simples para entregar a seus fãs algo diferente e inovador”, prometem. Para o Festival da Canção juntam-se a +351, mas não foi preciso uma chamada para isso.

 

Elisa Rodrigues — “Não Voltes Mais”

Começou no coro dos Pequenos Cantores do Estoril, descobriu o jazz, mas pelo meio do percurso uma licenciatura em Design de Moda pela UTL parecia desencaminhar o percurso pela música.

 

Filipe Sambado — “Gerbera Amarela do Sul”

É Filipe Sambado, mas não há sinal de ligações ao samba, nem sequer ao Brasil. Uma das suas canções mais conhecidas, “Só Beijinhos“, tornou-se famosa graças a uma novela portuguesa, “Alma e Coração“, e foi em Portugal que lançou os seus três discos.

 

Judas — “Cubismo Enviesado”

Judas interpreta e é Hélio Morais quem está por detrás do tema que vai ao Festival. Hélio é conhecido pela banda Linda Martini, onde é também compositor e integra ainda o mesmo papel nos PAUS, onde acrescenta a voz.

 

Jimmy P — “Abensonhado”

Quase dispensa apresentações entre o público mais jovem, que acompanha há vários anos um dos nomes mais conhecidos do hip-hop português. Mas até os mais velhos conhecem já o cantor que não se define apenas pelo rap. “Fusão” é o estilo musical que predomina nas músicas atuais, misturando hip-hop, reggae, R&B, soul e funk.

 

Ian Mucznik — “O Dia de Amanhã”

Ian Mucznik faz parte da banda Los Tomatos, fundada por si em 1993. O grupo já passou por festivais como o Sudoeste e a Festa do Avante!, onde atuaram para apresentar o álbum “Granda flash” e os dois singles, sempre com o registo próprio da banda: pop rock.

 

Elisa — “Medo de Sentir”

Elisa Silva é madeirense e do arquipélago traz para Lisboa o tema “Medo de Sentir”. Este pode ainda fazer mais uma viagem até Évora, mas tudo depende dos resultados das semifinais. Até lá, Elisa, de 20 anos, soma no currículo vários festivais regionais e um curso de jazz no conservatório da Madeira. Depois de ter-se instalado em Lisboa em 2018, começou a preparar o lançamento de um EP.

 

MEERA — “Copo de Gin”

Cecília Costa, Jonny Abbey e Leonardo “Goldmatique” Pinto são os nomes que fazem parte de MEERA e as caras que vão levar “Copo de Gin” ao palco do Festival da Canção. O grupo juntou-se depois de numa festa, num terraço no Porto, terem percebido que tinham gostos musicais semelhantes, conforme conta a RTP.

 

Tomás Luzia — “Mais Real Que O Amor”

É também sobre amor o tema de Tomás Luzia que começou no YouTube a partilhar alguns covers de músicos internacionais. Contudo, é em território nacional que concorre ao Festival da Canção para mostrar lá fora o tema “Mais Real Que O Amor”.

 

JJaZZ — “Agora”

JJaZZ dão a voz e cara ao tema, mas foi Rui Pregal da Cunha quem ficou responsável pela canção e letra. Rui tem já longa experiência no mundo da música e está associado a vários temas conhecidos como “Vá Lá Senhora“, que cantou na banda Golpes, e também já é conhecido por um público mais jovem com “Indo eu a caminho de Viseu“, para o disco infantil Leopoldina.

 

Throes + The Shine — “Movimento”

André Do Poster, Diron Shine e Marco Castro fazem parte da banda Throes + The Shine, que nasceu em 2012 no Porto. Começou por se caracterizar pelo som das guitarras, no primeiro álbum, “Rockuduro”, e no segundo, “Mambos de Outros Tipos”, que começou a introduzir uma vertente mais eletrónica.

Bárbara Tinoco — “Passe-Partout”

Talvez uma das vozes mais conhecidas pelos ouvintes frequentes de rádio, Bárbara Tinoco não leva a balada “Antes Dela Dizer Que Sim”, que ficou conhecida no programa “The Voice Portugal“, em 2018.

 

Fonte: MAGG


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