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Músicos e promotores de concertos marcharam em Lisboa contra o “cancelamento do verão” e a “medida injusta” dos testes obrigatórios

Written by on July 1, 2021

Manifestação setor da música e eventos - Camões Rádio - Portugal

Tim, dos Xutos & Pontapés, na manifestação do setor da cultura e entretenimento organizado pela APSTE – Associação Portuguesa de Serviços para Eventos, com a colaboração da APEFE – Associação de Promotores de Espetáculos, Festivais e Eventos
MIGUEL A. LOPES/LUSA

A manifestação reuniu esta quarta-feira representantes de 170 empresas do setor dos espetáculos e muitos músicos. Tim, dos Xutos & Pontapés, marcou presença, tal como Luís Montez, da Música no Coração, ou Álvaro Covões, da Everything Is New.

 

Um “grito de desespero” foi como o presidente da Associação Portuguesa de Serviços Técnicos para Eventos (APSTE) classificou a manifestação que a associação realizou esta quarta-feira, em Lisboa.

Um grito de desespero face às últimas medidas decretadas pelo Governo que consistem na “obrigatoriedade dos testes [de despiste do coronavírus] só para eventos e espetáculos” já que se trata de uma “medida injusta e ingrata”, lamentou o dirigente da APSTE, Pedro Magalhães.

Iniciado cerca das 16h20, junto ao Marquês de Pombal, o protesto, para o qual os participantes foram munidos de ‘flightcases’, as caixas que usam no seu trabalho, reuniu representantes de 170 empresas do setor.

Os participantes envergavam ‘t-shirts’ pretas onde se lia “Abandonados” e “Demasiado teimosos para desistir”.

“Chamar a atenção dos nossos governantes para a situação gravíssima que todo o nosso setor se encontra” foi, segundo Pedro Magalhães, o objetivo do protesto silencioso durante o qual percorreram a Avenida da Liberdade, terminando na Praça dos Restauradores.

Para o presidente da APSTE, a obrigatoriedade de realização de testes é mais “uma medida penalizadora” para o setor que tem sido o “mais prejudicado” pela pandemia.

“Não estamos contra os testes, estamos de acordo”, disse, sublinhando que esta medida deve, porém, ser aplicada “de uma forma universal para todos os setores”.

Questionado sobre as perdas registadas no setor devido à pandemia, Pedro Magalhães disse não haver ainda números concretos, estimando, todavia, que as perdas registadas ao nível das empresas que têm os equipamentos sejam “muito superiores” a 100 milhões de euros.

Pedro Magalhães lamentou ainda que tenha sido feito “um grande investimento” para a realização de eventos-piloto numa tentativa de “salvarem o verão” e poderem trabalhar.

“Agora, no início do verão, temos conhecimento que o processo de tratamento dos dados está atrasado e nem sequer se conhece uma data para a apresentação destas conclusões. O que podemos dizer em relação a isto?”, questionou.

 

Manifestação de músicos - Camões Rádio - Portugal

Manifestação organizada pela APSTE – Associação Portuguesa de Serviços para Eventos, com a colaboração da APEFE – Associação de Promotores de Espetáculos, Festivais e Eventos MIGUEL A. LOPES/LUSA

 

 

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