As 100 melhores canções no mundo da música em 2025
Written by Fabiane Azevedo on December 30, 2025

PHOTO ILLUSTRATION BY MATTHEW COOLEY/Rolling Stones Magazine
Divas do soul, rebeldes do country, líderes de cena, monstros do rock e muito mais
Foi um ano absolutamente imprevisível para a música — intenso, acelerado e cheio de curvas inesperadas. Como diria o inesquecível Ozzy Osbourne, 2025 foi mesmo um crazy train. Nunca soubemos ao certo de onde viria a próxima canção marcante: podia surgir no topo das tabelas, num clube cheio às três da manhã ou num canto obscuro do underground digital. A música esteve em todo o lado, viva, inquieta e sem pedir licença.
Entre os grandes destaques do ano estiveram hits pop imediatos, daqueles que se colam à memória e dominam rádios, playlists e pistas de dança. Mas o ano também pertenceu aos sons menos óbvios: ruído revoltado, experiências ousadas, cruzamentos artísticos improváveis e batidas que nasceram na rua antes de chegarem ao mundo.
A nossa seleção das melhores músicas de 2025 é um retrato dessa diversidade sem filtros. Reúne divas do soul, rebeldes do country, figuras centrais do rap, monstros do rock, criadores visionários e até heróis improváveis do K-pop. Nomes consagrados como Kendrick, SZA, Taylor Swift e Lady Gaga lançaram temas gigantes que marcaram meses inteiros — canções populares, sim, mas nunca óbvias, sempre com camadas por descobrir. Sabrina apontou dedos com ironia, Rosalía procurou o sagrado e Björk apareceu como força ancestral a guiar o ritual.
Também houve espaço para a introspeção: baladas melancólicas sobre amores que falharam, solidões urbanas e pensamentos noturnos. Seja Chappell a atravessar o metro ou MJ Lenderman no escuro, com Steely Dan como companhia, estas canções provaram que a vulnerabilidade continua a ter um lugar central na música contemporânea.
Entre extremos, convivem lendas do Shaolin e jovens criadores do TikTok, hinos de celebração e maldições pós-ruptura, desejo e fúria, delicadeza e caos. Blood Orange revisita memórias musicais em cadeia, Playboi Carti encontra ecos inesperados, e personagens como Sally, Luther e Ophelia cruzam-se nesta narrativa sonora plural e intensa.
Por isso, suba o volume sem medo. Sinta o baixo a vibrar, o ritmo a puxar o corpo, a energia a tomar conta do espaço. O chão ferve, a música avança e a viagem continua.
A lista completa está disponível para ouvir aqui
Fonte: Rolling Stones
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