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Trump, Michael Jackson, Naomi Campbell ou Kevin Spacey associados a Epstein em crimes de tráfico de menores

Written by on June 2, 2020

O grupo Anonynous divulgou a lista por não confiar na justiça norte-americana depois de George Floyd ter morrido sufocado por um polícia.

 

O grupo Anonymous tinha avisado num vídeo publicado a 31 de maio que não confiava na justiça norte-americana, depois de George Floyd ter morrido devido à violência policial. O grupo de piratas informáticos afirmou que iria mostrar os segredos do país ao mundo e parece ter cumprido a promessa.

Esta terça-feira de madrugada, 2 de junho, o grupo lançou um documento que liga várias figuras públicas a Jeffrey Epstein e a crimes de tráfico de menores. “Jeffrey Epstein’s Little Black Book” é o nome do documento que junta nomes como Naomi Campbell, Donald Trump, Ivanka Trump, Phill Collins, Michael Jackson, Kevin Spacey entre outros. O documento revela ainda uma queixa de uma mulher que alegadamente terá sido violada aos 13 anos por Trump e Epstein.

 

 

Este documento foi partilhado no Twitter e conta com 91 páginas de nomes de pessoas, algumas celebridades e membros das famílias reais europeias, que de alguma forma se envolveram em crimes de sexuais contra menores.

 

Foi também nesta rede social que o Anonymous partilhou uma teoria sobre o que terá realmente acontecido na prisão ao empresário norte-americano. “Mataram o Jeffrey Epstein para encobrir a história do tráfico e das violações. Temos os comprovativos aqui”. A versão oficial dos factos é que o empresário se terá suicidado a 10 de agosto, pouco tempo antes do seu julgamento. Esta é uma versão contrariada pelo grupo de piratas informáticos.

Para além disto, o grupo sugeriu também uma ligação entre o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, a John Casablancas, acusado de tráfico de crianças. “As pessoas devem investigar se Bolsonaro tem algum vínculo com o traficante e violador de crianças John Casablancas, um associado próximo de Trump“, escreveu o Anonymous no Twitter.

A partilha destes documentos vem na sequência da morte de George Flyod, que morreu depois de um polícia o ter asfixiado com um joelho em cima da garganta. Outros dois polícias imobilizaram o homem, enquanto um quarto estaria a olhar para situação sem nada fazer. Os quatro agentes foram posteriormente despedidos e Derek Chauvin, o polícia que o sufocou, já foi detido e está indiciado por crimes de homicídio involuntário e homicídio em terceiro grau.
Fonte: MAGG.pt

 

 


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