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Portugal A Vista – S06E29 – Carlos Fiolhais

Written by on July 18, 2025

Professor Carlos Fiolhais: Ciência, Saber e Identidade Portuguesa | Portugal à Vista S06E29

Embarque numa jornada de descoberta intelectual com o renomado Professor Carlos Fiolhais, explorando os caminhos da ciência, o valor do saber e a força inquebrável da identidade portuguesa, no mais recente episódio de Portugal à Vista na Camões Radio.


A Voz da Razão na Camões Radio: Uma Conversa Profunda com o Professor Carlos Fiolhais

No mais recente e altamente aguardado episódio de Portugal à Vista (S06E29) na Camões Radio, temos o privilégio de mergulhar numa conversa verdadeiramente profunda e esclarecedora com o ilustre **Professor Carlos Fiolhais**. Reconhecido pela sua notável clareza de pensamento, pela sua paixão inabalável pelo saber e pelo seu contributo inestimável para a educação e a ciência em Portugal, **Professor Carlos Fiolhais** oferece-nos uma perspetiva singular sobre o universo do conhecimento e o seu papel indispensável na sociedade contemporânea.

Este episódio, transmitido pela Camões Radio e acessível através da CamõesTV+, representa uma oportunidade ímpar para os nossos ouvintes e espetadores, em todo o mundo, de acederem à mente de um dos mais influentes e articulados pensadores portugueses. Somos convidados a questionar os alicerces do nosso entendimento, a aprofundar o nosso aprendizado e, acima de tudo, a sentir a profunda e visceral ligação com a nossa rica herança cultural e científica, que o **Professor Carlos Fiolhais** tão bem personifica e defende.

A entrevista com **Carlos Fiolhais** não é apenas um diálogo; é uma exploração das ideias que moldam a nossa compreensão do mundo. A sua capacidade de desmistificar conceitos complexos, tornando-os acessíveis a todos os públicos, é uma das suas maiores qualidades. É precisamente por isso que a sua presença na Camões Radio é tão valorizada, permitindo que a sua sabedoria chegue a lares portugueses no Canadá e além-fronteiras.

Desde a sua formação como físico teórico até à sua dedicação como comunicador de ciência e professor universitário, a trajetória do **Professor Carlos Fiolhais** é um testemunho vivo da sua vocação inata. Esta conversa em Portugal à Vista destaca a relevância do seu trabalho, não só para a academia e a comunidade científica, mas para a sociedade em geral, fortalecendo os laços da comunidade portuguesa no Canadá e em todas as diásporas.

O impacto do **Professor Carlos Fiolhais** transcende as fronteiras da física, influenciando o debate público sobre educação, inovação e o papel da ciência na construção de um futuro mais informado e resiliente. A Camões Radio sente-se honrada em partilhar a sua voz.

A Vocação da Ciência Segundo o Professor Carlos Fiolhais: Uma Paixão Perpétua e em Constante Rejuvenescimento

Ao longo de uma carreira que se estende por mais de quatro décadas, o **Professor Carlos Fiolhais** dedicou-se com uma consistência e um fervor admiráveis ao ensino e à investigação. A sua relação com a ciência é descrita de forma muito particular e poética: não é meramente um percurso profissional escolhido por conveniência, mas sim uma verdadeira vocação, uma entrega total a essa “senhora” a quem se apaixonou na juventude, uma senhora que, nas palavras de **Carlos Fiolhais**, “nunca envelhece”, mas está sempre a rejuvenescer com as novas descobertas e a criatividade humana.

Para o **Professor Carlos Fiolhais**, a ciência não é estática; é um campo de conhecimento que está em constante rejuvenescimento, sempre a inovar, a expandir os seus próprios limites e a desvendar novos horizontes. Ela possui uma propriedade notável de não envelhecer, pois está sempre a ser reinventada e revigorada pelas descobertas e pelos avanços que a humanidade, através dela, consegue alcançar. É uma fonte inesgotável de curiosidade e surpresa, que mantém o **Professor Carlos Fiolhais** perpetuamente fascinado e empenhado na sua divulgação.

Um dos pontos cruciais que o **Professor Carlos Fiolhais** realça é a receptividade da ciência aos jovens. Na sua perspetiva, a ciência é um domínio que acolhe de braços abertos as novas gerações, reconhecendo o seu valor intrínseco. Os jovens, com a sua energia inesgotável, a sua criatividade sem limites e a sua “pulsão” sempre renovada da curiosidade, são o motor essencial para fazer a ciência avançar. A sua capacidade de questionar, de desafiar o status quo e de procurar novas soluções é o que impulsiona o progresso científico, garantindo que a “senhora ciência” se mantenha sempre vibrante. **Carlos Fiolhais** vê neles o futuro da inovação e da descoberta.

A curiosidade inata da juventude é, para **Carlos Fiolhais**, a chama que acende a inovação. Esta interligação vital entre a experiência acumulada do **Professor Carlos Fiolhais** e a vitalidade e o ímpeto exploratório das novas mentes é apresentada como a força motriz que impulsiona o progresso científico, um tema central que ressoa por toda a fascinante entrevista em Portugal à Vista. É uma simbiose essencial para o avanço da humanidade, sublinhando que o conhecimento não é um legado estático, mas uma construção contínua e colaborativa.

A dedicação de **Professor Carlos Fiolhais** ao ensino universitário, testemunhando gerações de estudantes, solidifica a sua crença no potencial dos jovens para a ciência. Ele não apenas transmite conhecimento, mas inspira, encoraja e orienta, fomentando uma nova vaga de cientistas e pensadores críticos, o que é vital para o ecossistema científico português e global. A sua paixão pela pedagogia é tão evidente quanto a sua paixão pela física.

A Inovação Contínua da “Senhora Ciência” e o Papel do Professor Carlos Fiolhais na sua Divulgação

**Professor Carlos Fiolhais** descreve a ciência como uma “senhora generosa” que se mantém sempre jovem porque está em constante renovação. Não há um ponto final no conhecimento científico; cada descoberta abre portas para novas perguntas e novas investigações. Esta natureza dinâmica é o que a torna tão cativante para mentes curiosas, e é o que o **Professor Carlos Fiolhais** procura transmitir ao público através da Camões Radio.

Esta perspetiva de **Carlos Fiolhais** contrasta com a ideia de que a ciência é um corpo de factos rígido e imutável. Pelo contrário, é um processo vivo, em evolução, que se adapta e se expande à medida que novas evidências e tecnologias surgem. É uma busca incessante por uma compreensão mais profunda do universo, e o **Professor Carlos Fiolhais** é um dos seus mais eloquentes defensores e comunicadores, tornando a ciência acessível e apaixonante para todos.

A sua capacidade de simplificar conceitos complexos sem perder o rigor científico é uma arte. O **Professor Carlos Fiolhais** acredita que a literacia científica é fundamental para a cidadania, e a sua presença nos meios de comunicação, como a Camões Radio, é um pilar dessa missão. Ele inspira a curiosidade e o pensamento crítico, elementos essenciais para uma sociedade informada e participativa.

Ciência e Sociedade: As Profundas Lições da Pandemia COVID-19 na Visão de Carlos Fiolhais

O episódio de Portugal à Vista mergulha num dos períodos mais desafiantes da história contemporânea: a pandemia de COVID-19. O **Professor Carlos Fiolhais**, com a sua habitual lucidez, contextualiza como esta crise sanitária global catapultou a ciência para o epicentro do debate público, transformando-a numa prioridade urgente para todas as nações do mundo, numa escala sem precedentes.

A aparição de um organismo totalmente novo, desconhecido para o sistema imunitário humano, resultou em milhões de mortes, afetando particularmente as populações mais frágeis e vulneráveis. Perante esta ameaça sem precedentes, a comunidade científica foi “convocada” de forma imperativa para encontrar uma solução rápida e eficaz, uma tarefa que o **Professor Carlos Fiolhais** descreve como de uma urgência e complexidade sem paralelo na história recente.

A resposta da ciência, na perspetiva do **Professor Carlos Fiolhais**, foi um dos maiores triunfos da investigação moderna: o desenvolvimento, em tempo recorde, de uma vacina inovadora e revolucionária. **Carlos Fiolhais** não apenas sublinha a extraordinária velocidade com que esta vacina foi criada, mas também a sua notável eficácia em conter a progressão da pandemia, salvando incontáveis vidas e mitigando o impacto devastador da doença. Não é por acaso que esta inovação foi posteriormente recompensada com o prestigiado Prémio Nobel da Medicina, um reconhecimento merecido pelo seu impacto global e pela demonstração da capacidade humana de superação através da ciência.

Mais do que uma solução para a crise imediata, a tecnologia subjacente a esta vacina promissora abre portas para o tratamento de uma vasta gama de outras doenças. O **Professor Carlos Fiolhais** vislumbra um futuro onde será possível reforçar o nosso sistema imunitário de forma mais robusta, preparando-o para enfrentar futuros agressores externos, infeções virais ou outras patologias, mesmo antes que estas se manifestem. Este é um legado duradouro da ciência da pandemia, como sublinha **Carlos Fiolhais**, que terá um impacto profundo na medicina preventiva.

Contudo, **Carlos Fiolhais** faz uma ressalva importante: a ciência, por si só, não foi suficiente. A sua extraordinária resposta foi complementada por outros pilares essenciais da sociedade. As economias globais, com os seus custos significativos e a necessidade de financiamento maciço para a investigação e produção, e a política, que garantiu a governança, a coordenação internacional e os recursos necessários, foram igualmente cruciais para que a ciência pudesse florescer, atuar de forma decisiva e produzir os frutos esperados. A visão de **Professor Carlos Fiolhais** é que a colaboração entre estes domínios é vital para enfrentar desafios globais complexos, sublinhando a interdependência entre o conhecimento científico e a ação social e política.

A Força da Ciência Moderna: O Impacto Transformador da Vacina, na Análise de Carlos Fiolhais

O desenvolvimento da vacina COVID-19 é um exemplo paradigmático da capacidade da ciência moderna de responder a crises de saúde pública com uma rapidez e eficácia sem precedentes. **Professor Carlos Fiolhais** detalha como a colaboração internacional, a partilha de dados e o avanço tecnológico permitiram a criação de uma solução em tempo recorde, algo que teria sido impensável há apenas algumas décadas. A rapidez não comprometeu a segurança ou a eficácia, um ponto que **Carlos Fiolhais** faz questão de realçar, dissipando mitos e desinformação que circularam durante a pandemia.

Este feito demonstra não só a engenhosidade humana, mas também a importância do investimento contínuo em investigação e desenvolvimento. Para **Professor Carlos Fiolhais**, a vacina é um testamento à crença no método científico e à capacidade de adaptação da ciência perante novas ameaças. É uma lição de resiliência e inovação que a humanidade levou desta experiência, e que deve servir de modelo para futuras crises.

A capacidade de a ciência se mobilizar rapidamente e de produzir resultados tangíveis em tão pouco tempo é, para **Carlos Fiolhais**, um dos maiores legados da pandemia. Isso reforçou a confiança pública na ciência, mostrando que, quando há um problema, a ciência é a primeira a ser convocada e a dar respostas concretas. Esta é uma mensagem de esperança e de valorização do trabalho científico que o **Professor Carlos Fiolhais** partilha com o público da Camões Radio.

Altruísmo e Superação de Inimizades: Um Exemplo Notável de Colaboração, na Perspetiva de Carlos Fiolhais

Um dos momentos mais inspiradores e profundamente tocantes da conversa com o **Professor Carlos Fiolhais** é a sua reflexão sobre o surpreendente altruísmo e a notável colaboração global que emergiram durante a crise pandémica. Ele partilha um exemplo que, na sua perspetiva, serve como um poderoso testemunho da capacidade humana de superação de divisões históricas, uma mensagem que a Camões Radio faz questão de amplificar e que ressoa com a sua missão de união.

O **Professor Carlos Fiolhais** relata a história de uma parceria improvável e sem precedentes: a união entre um pequeno laboratório na cidade de Mainz, na Alemanha, gerido por um casal de cientistas turcos imigrantes, e a gigante farmacêutica Pfizer, uma das maiores do mundo, liderada por um grego que era judeu. Esta colaboração, tal como descrita por **Carlos Fiolhais**, simboliza a superação de barreiras de nacionalidade, religião e dimensão empresarial em prol de um bem maior, demonstrando que a humanidade pode unir-se face a um inimigo comum.

Um simples telefonema, trocado entre pessoas que nunca se tinham conhecido pessoalmente, resultou numa aliança estratégica e altruísta. A decisão foi clara: “Nós vamos, para bem da humanidade, juntar a nossa capacidade com a vossa, para que a humanidade possa mais rapidamente estabelecer-se”. Este ato de cooperação, transcendendo barreiras de nacionalidade, religião e dimensão empresarial, demonstrou que o bem comum pode, e deve, prevalecer, uma lição valiosa que o **Professor Carlos Fiolhais** transmite com fervor e que deve ser recordada em tempos de divisão.

Para o **Professor Carlos Fiolhais**, este episódio serve como um farol de esperança. Ele expressa a convicção de que, apesar das “inimizades antigas” e das divisões que frequentemente afetam o mundo, “ainda é possível ter esperança” de que tais antagonismos podem ser ultrapassados quando confrontados com um problema global que exige uma resposta unida. Este contraste de culturas e origens, unidas por um propósito maior, é algo que **Carlos Fiolhais** descreve como “totalmente histórico” e verdadeiramente inédito, um momento que redefiniu as possibilidades de cooperação global e que deve inspirar futuras gerações.

A reflexão de **Carlos Fiolhais** sobre este evento não é apenas um relato, mas uma chamada à ação para a humanidade. Ele sugere que se a urgência de uma pandemia pôde unir povos, talvez outras crises, ou a simples vontade de progredir e construir um mundo melhor, também o possa fazer. É uma visão otimista que ressoa profundamente com a missão da Camões Radio de unir comunidades e promover a compreensão mútua.

Os Desafios da Era Digital: A “Infodemia” e a Necessidade de Discernimento na Visão de Carlos Fiolhais

Contudo, o **Professor Carlos Fiolhais** também não se esquiva de abordar os aspetos menos positivos que a pandemia trouxe à tona, em particular a preocupante realidade da “infodemia”. Ele define este fenómeno como a divulgação em massa de informações erradas, um problema que foi exponencialmente exacerbado e disseminado pelos modernos meios de comunicação, como as redes sociais e as plataformas digitais, um tema de grande preocupação para **Carlos Fiolhais** e para a integridade do debate público.

O **Professor Carlos Fiolhais** descreve como a desinformação se propagou a uma velocidade vertiginosa, por vezes causando “estragos” consideráveis na percepção pública e levando as pessoas a acreditar em narrativas sem qualquer fundamento científico ou factual. A própria ciência, que deveria ser a bússola em tempos de incerteza, foi por vezes colocada em causa por teorias conspiratórias e dados falsos, desafiando a confiança pública nas instituições e no conhecimento validado, como sublinha **Carlos Fiolhais**.

Este período de confinamento e de incerteza impôs uma “experiência dolorosa” a todos, testando a resiliência individual e coletiva. No entanto, o **Professor Carlos Fiolhais**, com o seu habitual otimismo construtivo, mantém uma perspetiva esperançosa. Ele expressa a convicção de que, apesar de todas as adversidades, a humanidade conseguiu aprender algo de valor inestimável com esta “prova dura”, um ensinamento que perdurará para além da crise imediata e que nos tornará mais robustos face a futuros desafios.

**Carlos Fiolhais** acredita que as “imensas dificuldades” que enfrentámos nos tornaram mais fortes e mais resilientes. A sua esperança reside no facto de que, se uma situação semelhante voltar a ocorrer no futuro, estaremos mais bem preparados, tendo desenvolvido uma maior capacidade de resistência e um discernimento mais apurado para navegar no turbilhão de informações. A sua visão é a de um aprendizado coletivo, onde a sociedade se munirá de ferramentas para combater a desinformação de forma mais eficaz e proteger a verdade.

Esta perspicaz reflexão do **Professor Carlos Fiolhais** sublinha a importância crítica de uma educação contínua e da capacidade de filtrar, avaliar e contextualizar a informação num mundo cada vez mais saturado de dados, onde a verdade pode ser facilmente obscurecida pela falsidade. É um apelo ao pensamento crítico e à literacia mediática, mensagens essenciais transmitidas pela Camões Radio para capacitar os seus ouvintes.

A Evolução do Ensino e dos Jovens no Olhar de Professor Carlos Fiolhais: Quatro Décadas de Transformação e Adaptação

Com quatro décadas dedicadas ao ensino, o **Professor Carlos Fiolhais** teve o privilégio de testemunhar em primeira mão a notável evolução da ciência e o profundo impacto que as transformações tecnológicas tiveram na forma como os jovens aprendem, interagem e se relacionam com o conhecimento. Esta perspetiva única é valiosa para a compreensão das tendências educativas atuais e futuras.

Apesar das rápidas mudanças, ele afirma que a essência da juventude permanece inalterada: “desejosa de aprender, generosa, ativa”. Do ponto de vista biológico, a espécie humana não evoluiu significativamente ao longo destes quarenta anos, um período demasiado reduzido na escala evolutiva. No entanto, o contexto tecnológico em que vivemos sofreu uma revolução sem precedentes. O **Professor Carlos Fiolhais** observa esta dicotomia entre a estabilidade biológica da natureza humana e a vertiginosa velocidade da mudança tecnológica.

O **Professor Carlos Fiolhais** recorda vividamente o aparecimento dos primeiros computadores eletrónicos pessoais, que eram máquinas rudimentares em comparação com as de hoje, seguido pela chegada da World Wide Web, que democratizou o acesso à internet e transformou a forma como acedemos à informação. Esta inovação permitiu que os computadores começassem a comunicar entre si, e mais tarde, com a ubiquidade dos fios e, posteriormente, dos dispositivos sem fios, passámos a ter “computadores no bolso” – os poderosos smartphones que hoje conhecemos, que são verdadeiras extensões da nossa mente. Esta cronologia da evolução tecnológica, segundo **Carlos Fiolhais**, mudou radicalmente o paradigma da informação e da aprendizagem.

Estas inovações tecnológicas transformaram o mundo numa verdadeira “aldeia global”, onde a informação flui instantaneamente através de continentes, e com essa transformação, vieram profundas mudanças nos processos educativos. Os jovens têm agora à sua disposição instrumentos que “ultrapassam o confinamento das paredes da sala de aula”, permitindo-lhes aceder a um vasto universo de conhecimento e informação através dos seus próprios dispositivos, a qualquer momento e em qualquer lugar. Este acesso sem precedentes é, para **Professor Carlos Fiolhais**, uma bênção e um desafio simultâneo.

O grande desafio, na visão do **Professor Carlos Fiolhais**, reside em saber “distinguir o trigo do joio” – ou seja, em capacitar os jovens para discernir entre informação fiável e desinformação, num oceano de dados. Este cenário impõe novos desafios às escolas e, em particular, às universidades, que precisam de se adaptar a estudantes com uma ligação constante ao mundo através dos seus bolsos. A meta é promover uma visão mais ampla e menos fragmentada do conhecimento, utilizando os novos meios de forma inteligente e crítica. É um apelo à adaptação e à literacia digital que o **Professor Carlos Fiolhais** tanto defende, para que a educação se mantenha relevante e eficaz.

A Escola e a Universidade na Era Digital: Novos Papéis e Desafios, na Análise de Carlos Fiolhais

A revolução digital impôs uma redefinição fundamental de papéis para as instituições de ensino. O **Professor Carlos Fiolhais** argumenta que a escola já não é o único repositório de informação, mas sim um guia, um curador de conhecimento. A sua função passou de “dar o saber” para “ensinar a aprender” e “ensinar a filtrar” a avalanche de dados, habilidades cruciais para a sobrevivência e o sucesso no século XXI.

Para **Carlos Fiolhais**, as universidades, em particular, enfrentam o desafio de formar pensadores críticos capazes de navegar na vastidão de dados e de produzir conhecimento relevante. Isto significa não só transmitir conhecimento especializado, mas também fomentar a capacidade de investigação, análise e síntese, preparando os estudantes para um mundo em constante mudança. É uma mudança de paradigma que o **Professor Carlos Fiolhais** tem acompanhado e defendido ativamente, sublinhando a necessidade de uma educação mais dinâmica e adaptável.

As Limitações e a Indispensabilidade da Ciência, segundo Carlos Fiolhais: Um Equilíbrio Essencial para a Humanidade

Uma das reflexões mais profundas e matizadas do **Professor Carlos Fiolhais** diz respeito à própria natureza do saber. Ele enfatiza, com a sua característica lucidez, que a ciência é uma parte “muito poderosa” do conhecimento humano, validada e obtida através do rigoroso método científico. Este método é, sem dúvida, uma ferramenta de grande eficácia, capaz de desvendar os mistérios do mundo natural, mas, como **Carlos Fiolhais** afirma, “não dá para tudo”.

Existem questões fundamentais que simplesmente não se enquadram no âmbito estrito da ciência, cujo foco primordial é o conhecimento do mundo natural. O **Professor Carlos Fiolhais** aponta para a existência de outros “mundos humanos” igualmente essenciais para a experiência e a compreensão humanas. Estes incluem o mundo das ideias, o mundo da arte, o mundo do belo e o mundo das crenças. São domínios que enriquecem a existência humana de formas que a ciência, por si só, não pode abranger, e que respondem a necessidades profundas da alma humana.

Estes domínios, embora não sejam passíveis de serem abordados ou validados pelo método científico, são, na visão de **Carlos Fiolhais**, vitais para a plenitude da existência humana. A sua mensagem é clara e equilibrada: é absolutamente fundamental continuar a demonstrar e a promover o valor, a eficácia e a importância da ciência na nossa sociedade. No entanto, é igualmente crucial “relativizá-la”, ou seja, compreender os seus limites sem desvalorizar a sua enorme contribuição, evitando o cientismo que por vezes tenta reduzir toda a realidade àquilo que é mensurável.

Relativizar a ciência, para o **Professor Carlos Fiolhais**, significa perceber que, embora seja indispensável para “nos salvar” – no sentido de nos permitir viver melhor, com maior qualidade de vida e por mais tempo, através de avanços médicos e tecnológicos – ela não constitui a única solução para todos os desafios e aspetos da condição humana. A ciência, na sua perspetiva, deve saber “conviver com outras formas de convivência humana” e com outras formas de conhecimento que enriquecem a nossa experiência, promovendo uma visão mais integrada e harmoniosa do saber.

Esta visão holística e integrada do **Professor Carlos Fiolhais** sobre as “limitações” e, paradoxalmente, a “força” inquestionável da ciência é um apelo à humildade intelectual e à valorização de todas as multifacetadas dimensões da experiência humana. “Não sendo tudo, é absolutamente indispensável. É absolutamente necessária. E o resto faz parte do humano. Nós só com a ciência não conseguimos viver, mas não conseguimos viver sem ela”, conclui **Carlos Fiolhais** com uma afirmação poderosa e incontornável, que resume a sua filosofia e a mensagem central deste episódio na Camões Radio.

A Ciência e as Outras Faces do Saber Humano: Uma Perspetiva Integrada de Carlos Fiolhais

Para **Professor Carlos Fiolhais**, o saber humano é um mosaico vasto e complexo. A ciência é uma peça central e brilhante desse mosaico, mas não é a única. A arte oferece beleza, expressão emocional e novas formas de ver o mundo; a filosofia explora questões existenciais e morais que a ciência não pode responder; as crenças dão sentido, propósito e conforto a milhões de pessoas. Cada uma destas formas de conhecimento tem o seu valor intrínseco e o seu papel insubstituível na experiência humana.

O desafio, como aponta **Carlos Fiolhais**, é evitar o cientismo – a ideia de que apenas o que é cientificamente verificável tem valor. Pelo contrário, devemos celebrar a diversidade do saber e reconhecer que diferentes domínios respondem a diferentes necessidades humanas, promovendo um diálogo construtivo entre eles. Esta perspetiva de **Professor Carlos Fiolhais** promove uma compreensão mais rica e completa do que significa ser humano e viver em sociedade.

O Desprezo Pelo Saber e o Futuro do Conhecimento: Uma Profunda Preocupação de Carlos Fiolhais e o Papel da Camões Radio

Durante a entrevista na Camões Radio, o **Professor Carlos Fiolhais** manifesta uma clara e profunda preocupação face a notícias de encerramentos de universidades, mencionando especificamente o caso de algumas das melhores instituições de ensino do mundo. Para **Carlos Fiolhais**, “fechar contas a universidades não é uma coisa saudável”, pois este ato tem implicações muito mais vastas do que a mera gestão financeira; representa um ataque ao próprio alicerce do progresso social e da capacidade de uma nação se desenvolver.

A universidade, na sua visão, é muito mais do que um edifício ou uma instituição; é o “símbolo da nossa capacidade de saber”, o epicentro da busca, da produção e da transmissão do conhecimento. Consequentemente, o desprezo pelo saber, a desvalorização da educação superior, é interpretado pelo **Professor Carlos Fiolhais** como uma “manifestação de ignorância”, que reflete uma visão míope e perigosa para o futuro de qualquer sociedade, condenando-a à estagnação.

Mais grave ainda, ele considera que é uma manifestação de “falta de inteligência”. Quando a sociedade desvaloriza a sua “faculdade maior” – a capacidade inata de procurar e adquirir conhecimento – algo fundamental se perde na própria essência do que nos define como seres humanos. É um empobrecimento da humanidade quando o intelecto é marginalizado e os investimentos na formação e na investigação são cortados, como lamenta o **Professor Carlos Fiolhais**, alertando para as consequências a longo prazo.

O **Professor Carlos Fiolhais** expressa, no entanto, uma esperança resiliente. Ele anseia que esta tendência de desvalorização seja apenas uma fase transitória, um período de prova temporária. A sua convicção é que a humanidade, uma vez confrontada com tais desafios, conseguirá “sair mais forte” dessas adversidades, reafirmando o seu compromisso com o saber. Esta resiliência inerente à busca pelo conhecimento é, para **Carlos Fiolhais**, uma característica definidora da nossa espécie, e a Camões Radio tem um papel crucial em amplificar esta mensagem de resiliência e valorização do saber.

A sua defesa incondicional do saber e do intelecto ressoa, assim, como um poderoso alerta e um apelo urgente à valorização do conhecimento como um pilar insubstituível da civilização e do progresso humano, uma mensagem central na filosofia de **Carlos Fiolhais**. A Camões Radio, ao divulgar esta mensagem, contribui para um debate crucial sobre o futuro da educação e da sociedade, e para a formação de uma comunidade mais consciente e informada.

O Começo e o Fim do Universo: As Fronteiras da Ciência e da Especulação, com Professor Carlos Fiolhais

Um dos momentos mais intrigantes e filosóficos da entrevista com o **Professor Carlos Fiolhais** surge quando é confrontado com a ancestral pergunta sobre o “começo” do universo e, mais intrigante ainda, o que poderia ter existido “antes” desse início. A sua resposta é marcada pela honestidade intelectual e pela rigorosa delimitação que caracteriza a sua abordagem científica: “eu não sei responder”. Esta é uma demonstração da humildade essencial ao verdadeiro cientista, como defende **Carlos Fiolhais**, reconhecendo os limites do conhecimento humano atual.

**Carlos Fiolhais** sublinha um princípio fundamental da ciência: os cientistas só podem falar com autoridade e certeza sobre aquilo que sabem, aquilo que pode ser comprovado ou inferido a partir de evidências observacionais e teóricas. Embora possam “imaginar” cenários hipotéticos, não possuem dados concretos ou meios de prova para além do que o próprio universo nos revela. Especulação não é conhecimento científico, um ponto crucial para **Professor Carlos Fiolhais**, que distingue claramente a ciência da metafísica.

A ciência contemporânea aponta para uma origem do mundo há aproximadamente catorze mil milhões de anos, um evento conhecido como o Big Bang. As bases para esta conclusão são robustas, incluindo a observação da expansão do universo, a radiação cósmica de fundo em micro-ondas (um eco do universo primordial) e a formação das galáxias. É uma teoria solidamente comprovada, apesar da sua natureza complexa e das suas implicações profundas, como explica **Carlos Fiolhais**.

Contudo, o **Professor Carlos Fiolhais** explica que as condições no início do universo eram de uma energia e densidade tão “intensas” que “apagaram qualquer informação que pudesse ter existido” de um eventual “antes”. É como tentar ver através de uma névoa impenetrável; a informação simplesmente não está acessível aos nossos métodos de investigação. A barreira da singularidade do Big Bang impede-nos de perscrutar para além dela, um limite fundamental da nossa capacidade de observação e compreensão.

Para o **Professor Carlos Fiolhais**, falar de um “antes” do Big Bang é, portanto, pura especulação. Ele recorda que o espaço e o tempo, de acordo com a física moderna (nomeadamente a Teoria da Relatividade de Einstein), estão intrinsecamente relacionados. O começo do espaço é, simultaneamente, o começo do tempo. Desta premissa decorre uma conclusão fascinante e contra-intuitiva: o começo do tempo significa que, em termos científicos, “não há antes”. Esta é outra forma, mais concisa e formal, de responder à complexa questão sobre a origem, mostrando a profundidade do pensamento de **Carlos Fiolhais** e a forma como a ciência redefine as nossas intuições mais básicas.

Quanto ao futuro, o **Professor Carlos Fiolhais** apresenta uma perspetiva que, apesar das incertezas, sugere uma vasta continuidade. Embora o universo continue a expandir-se, tornando-se progressivamente mais frio e diluído, e apesar de as espécies, incluindo a humana, poderem eventualmente desaparecer, “o mundo tudo indica, vai continuar”. Para o **Professor Carlos Fiolhais**, o universo “parece ter uma vida eterna pela frente”, mesmo que numa forma diferente daquela que conhecemos, um futuro de vastidão e frio cósmico.

As reflexões de **Carlos Fiolhais** sobre o cosmos convidam-nos a uma profunda humildade perante a imensidão e os mistérios que o universo ainda encerra e que, provavelmente, nunca desvendaremos por completo. No entanto, ele reafirma a nossa missão fundamental como seres humanos: a busca incessante por conhecer o mundo, uma jornada sem fim que define a nossa inteligência e curiosidade. Esta é a essência da perspetiva de **Professor Carlos Fiolhais** sobre a exploração científica, uma busca contínua que nos define como espécie.

A Essência da Identidade Portuguesa: Uma Mensagem Pessoal e Unificadora de Carlos Fiolhais para a Diáspora

Para concluir este episódio verdadeiramente memorável de Portugal à Vista na Camões Radio, o **Professor Carlos Fiolhais** partilha uma mensagem profundamente pessoal e comovente, diretamente dirigida à vasta e dispersa comunidade portuguesa em todo o mundo, com um foco particular nos que residem no Canadá e nos ouvem/veem através da Camões Radio e Camões TV. É um testemunho da sua ligação genuína com a diáspora.

A sua forte ligação e empatia com a comunidade portuguesa na diáspora não é meramente académica; ela advém da sua própria experiência vivida. O **Professor Carlos Fiolhais** conta que, durante o período em que realizou o seu doutoramento na Alemanha, teve a oportunidade de conviver de perto com imigrantes portugueses e, em particular, com os seus filhos – a “chamada segunda geração”. Esta imersão permitiu a **Carlos Fiolhais** uma compreensão mais profunda do fenómeno da imigração e da manutenção da cultura e da identidade longe da pátria-mãe.

Foi à distância, longe das fronteiras geográficas de Portugal, que o **Professor Carlos Fiolhais** percebeu e compreendeu “melhor o que era a cultura portuguesa”. Esta cultura, explica ele, espalha-se e manifesta-se de “várias maneiras”. Não é apenas a língua, embora a língua seja um pilar “muito forte” e um elemento unificador por excelência, mas um conjunto de tradições, valores, hábitos, memórias e uma forma de estar na vida que é intrinsecamente portuguesa.

A escolha do nome “Camões TV” e “Camões Radio” é, para **Carlos Fiolhais**, simbólica e apropriada, pois a “língua de Camões” é o elo que nos une e nos permite sentir portugueses, independentemente de onde estejamos no mundo. A sua mensagem é um convite apaixonado e um apelo à alma lusitana: “sintam-se portugueses”, mantendo viva a chama da identidade e do orgulho pelas suas raízes.

Existe “qualquer coisa difícil de definir que nos une todos”, uma essência partilhada que transcende a geografia e as gerações. Ele descreve-a como uma “irmanação” cultural, um laço invisível, mas poderoso, que permite que, por exemplo, “à mesa numa cidade do Canadá”, portugueses partilhem não apenas a língua, mas também os “pratos portugueses”, as “histórias de Portugal” e toda uma herança cultural que nos faz ser quem somos. Esta partilha de experiências e memórias é fundamental para a coesão da comunidade e para a transmissão da cultura, na visão de **Carlos Fiolhais**.

Estes laços são, segundo **Carlos Fiolhais**, “muito fortes” e, crucialmente, “não se poderão ser destruídos”. Ele expressa a esperança sincera de que os modernos meios de comunicação que hoje temos à nossa disposição, como a Camões TV e a Camões Radio, sirvam precisamente para manter vivos e, mais importante ainda, para reforçar esses laços de união e pertença entre os portugueses espalhados pelo globo. É uma celebração da diáspora e da sua capacidade de preservar e transmitir a sua cultura, adaptando-se aos novos tempos.

“Portugueses, onde quer que estejais, sejais sempre portugueses, tal como eu, e irmanados, digamos, da da mesma cultura”, é o seu poderoso, emotivo e inspirador apelo final, que encerra com chave de ouro uma entrevista verdadeiramente inesquecível e um episódio de Portugal à Vista que ficará na memória. A mensagem de **Professor Carlos Fiolhais** é um hino à portugalidade global, um tema que a Camões Radio se dedica a promover diariamente, sendo a voz de Portugal no Canadá.

A visão multifacetada e humanista do **Professor Carlos Fiolhais** sobre a ciência, a natureza do conhecimento, os desafios da era digital e a profunda essência da identidade portuguesa, torna este episódio de Portugal à Vista uma visualização e audição obrigatórias. É um testemunho eloquente da riqueza do pensamento português e da resiliência de um povo espalhado pelo mundo, mas eternamente unido por uma herança e um espírito comuns, uma realidade vivida e celebrada pela Camões Radio, a voz de Portugal no Canadá.

Ouça e Assista ao Professor Carlos Fiolhais!

Não perca a oportunidade de aprofundar os seus conhecimentos e fortalecer os seus laços culturais com esta conversa extraordinária do **Professor Carlos Fiolhais**.


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Se prefere absorver a sabedoria e as reflexões profundas do **Professor Carlos Fiolhais** enquanto está em movimento, o podcast oficial deste episódio está disponível para si! Ideal para ouvir durante o seu trajeto, no ginásio, ou em qualquer momento que deseje aprofundar-se nos temas da ciência, conhecimento e identidade portuguesa.

Encontre o podcast de “Professor Carlos Fiolhais: Ciência, Saber e Identidade Portuguesa” e muitos outros episódios de Portugal à Vista na sua plataforma de áudio preferida:

 

Professor Carlos Fiolhais: Science, Knowledge & Portuguese Identity | Portugal à Vista S06E29

Embark on an intellectual journey with the renowned Professor Carlos Fiolhais, exploring the paths of science, the value of knowledge, and the unbreakable strength of Portuguese identity, in the latest episode of Portugal à Vista on Camões Radio.


The Voice of Reason on Camões Radio: A Deep Conversation with Professor Carlos Fiolhais

In the latest and highly anticipated episode of Portugal à Vista (S06E29) on Camões Radio, we are privileged to immerse ourselves in a truly profound and illuminating conversation with the distinguished **Professor Carlos Fiolhais**. Renowned for his remarkable clarity of thought, his unwavering passion for knowledge, and his invaluable contributions to education and science in Portugal, **Professor Carlos Fiolhais** offers a unique perspective on the universe of understanding and its indispensable role in contemporary society.

This episode, broadcast by Camões Radio and accessible via CamõesTV+, represents an unparalleled opportunity for our listeners and viewers worldwide to access the mind of one of Portugal’s most influential and articulate thinkers. We are invited to question the foundations of our understanding, to deepen our learning, and, above all, to feel the profound and visceral connection to our rich cultural and scientific heritage, which **Professor Carlos Fiolhais** so eloquently embodies and champions.

The interview with **Carlos Fiolhais** is not merely a dialogue; it is an exploration of the ideas that shape our comprehension of the world. His ability to demystify complex concepts, making them accessible to all audiences, is one of his greatest qualities. It is precisely why his presence on Camões Radio is so highly valued, allowing his wisdom to reach Portuguese homes in Canada and beyond borders.

From his training as a theoretical physicist to his dedication as a science communicator and university professor, **Professor Carlos Fiolhais’s** trajectory is a living testament to his innate vocation. This conversation on Portugal à Vista highlights the relevance of his work, not only for academia and the scientific community but for society in general, strengthening the ties of the Portuguese community in Canada and across all diasporas.

The impact of **Professor Carlos Fiolhais** transcends the boundaries of physics, influencing public debate on education, innovation, and the role of science in building a more informed and resilient future. Camões Radio is honored to share his voice and insights with its diverse audience.

The Vocation of Science According to Professor Carlos Fiolhais: A Perpetual and Constantly Rejuvenating Passion

Throughout a career spanning over four decades, **Professor Carlos Fiolhais** has dedicated himself with admirable consistency and fervor to teaching and research. His relationship with science is described in a very particular and poetic way: it is not merely a professional path chosen out of convenience, but rather a true vocation, a complete surrender to that “lady” whom, as he metaphorically refers to her, he fell in love with in his youth, a lady who, in the words of **Carlos Fiolhais**, “never ages,” but is always rejuvenating with new discoveries and human creativity.

For **Professor Carlos Fiolhais**, science is not static; it is a field of knowledge that is constantly rejuvenating, always innovating, expanding its own boundaries, and unveiling new horizons. It possesses a remarkable quality of never aging, as it is perpetually being reinvented and invigorated by the discoveries and advancements that humanity, through it, manages to achieve. It is an inexhaustible source of curiosity and surprise, which keeps **Professor Carlos Fiolhais** perpetually fascinated and committed to its dissemination.

One of the crucial points that **Professor Carlos Fiolhais** highlights is science’s receptiveness to young people. In his view, science is a domain that openly welcomes new generations, recognizing their intrinsic value. Young people, with their inexhaustible energy, boundless creativity, and their constantly renewed “pulse” of curiosity, are the essential engine for advancing science. Their ability to question, to challenge the status quo, and to seek new solutions is what drives scientific progress, ensuring that the “lady science” remains vibrant. **Carlos Fiolhais** sees the future of innovation and discovery in them.

The innate curiosity of youth is, for **Carlos Fiolhais**, the flame that ignites innovation. This vital interlinkage between **Professor Carlos Fiolhais’s** seasoned knowledge and the vitality and exploratory drive of new minds is presented as the driving force behind scientific progress, a central theme that resonates throughout the entire fascinating interview on Portugal à Vista. It is an essential symbiosis for the advancement of humanity, emphasizing that knowledge is not a static legacy but a continuous and collaborative construction.

**Professor Carlos Fiolhais’s** dedication to university teaching, witnessing generations of students, solidifies his belief in the potential of young people for science. He not only transmits knowledge but inspires, encourages, and guides, fostering a new wave of scientists and critical thinkers, which is vital for the Portuguese and global scientific ecosystem. His passion for pedagogy is as evident as his passion for physics.

The Continuous Innovation of “Lady Science” and Professor Carlos Fiolhais’s Role in Its Dissemination

**Professor Carlos Fiolhais** describes science as a “generous lady” who remains forever young because she is constantly renewing herself. There is no endpoint in scientific knowledge; every discovery opens doors to new questions and new investigations. This dynamic nature is what makes it so captivating for curious minds, and it is what **Professor Carlos Fiolhais** seeks to convey to the public through Camões Radio.

This perspective from **Carlos Fiolhais** contrasts with the idea that science is a rigid and immutable body of facts. On the contrary, it is a living, evolving process that adapts and expands as new evidence and technologies emerge. It is a relentless pursuit of a deeper understanding of the universe, and **Professor Carlos Fiolhais** is one of its most eloquent advocates and communicators, making science accessible and engaging for everyone.

His ability to simplify complex concepts without sacrificing scientific rigor is an art. **Professor Carlos Fiolhais** believes that scientific literacy is fundamental for citizenship, and his presence in media, such as Camões Radio, is a pillar of that mission. He inspires curiosity and critical thinking, essential elements for an informed and participatory society.

Science and Society: The Profound Lessons of the COVID-19 Pandemic in Carlos Fiolhais’s View

The Portugal à Vista episode delves into one of the most challenging periods in contemporary history: the COVID-19 pandemic. **Professor Carlos Fiolhais**, with his characteristic lucidity, contextualizes how this global health crisis propelled science to the epicenter of public debate, transforming it into an urgent priority for all nations worldwide, on an unprecedented scale.

The appearance of a completely new organism, unknown to the human immune system, resulted in millions of deaths, particularly affecting the most vulnerable and fragile populations. Faced with this unprecedented threat, the scientific community was “summoned” imperatively to find a rapid and effective solution, a task that **Professor Carlos Fiolhais** describes as having unparalleled urgency and complexity in recent history.

Science’s response, in **Professor Carlos Fiolhais’s** perspective, was one of the greatest triumphs of modern research: the development, in record time, of an innovative and revolutionary vaccine. **Carlos Fiolhais** not only underscores the extraordinary speed with which this vaccine was created but also its remarkable effectiveness in containing the pandemic’s progression, saving countless lives and mitigating the devastating impact of the disease. It is no coincidence that this innovation was later recognized with the prestigious Nobel Prize in Medicine, a well-deserved acknowledgment for its global impact and for demonstrating humanity’s ability to overcome challenges through science.

More than just a solution to the immediate crisis, the underlying technology of this promising vaccine opens doors for the treatment of a wide range of other diseases. **Professor Carlos Fiolhais** envisions a future where it will be possible to more robustly strengthen our immune system, preparing it to face future external aggressors, viral infections, or other pathologies, even before they manifest. This is a lasting legacy of pandemic science, as **Carlos Fiolhais** highlights, which will have a profound impact on preventive medicine.

However, **Carlos Fiolhais** makes an important caveat: science alone was not enough. Its extraordinary response was complemented by other essential pillars of society. Global economies, with their significant costs and the need for massive funding for research and production, and politics, which ensured governance, international coordination, and necessary resources, were equally crucial for science to flourish, act decisively, and yield the expected results. **Professor Carlos Fiolhais’s** view is that collaboration among these domains is vital for tackling complex global challenges, emphasizing the interdependence between scientific knowledge and social and political action.

The Power of Modern Science: The Vaccine’s Transformative Impact, in Carlos Fiolhais’s Analysis

The development of the COVID-19 vaccine is a prime example of modern science’s ability to respond to public health crises with unprecedented speed and effectiveness. **Professor Carlos Fiolhais** details how international collaboration, data sharing, and technological advancement enabled the creation of a solution in record time, something that would have been unthinkable just a few decades ago. The speed did not compromise safety or efficacy, a point **Carlos Fiolhais** emphasizes, dispelling myths and misinformation that circulated during the pandemic.

This achievement demonstrates not only human ingenuity but also the importance of continuous investment in research and development. For **Professor Carlos Fiolhais**, the vaccine is a testament to belief in the scientific method and science’s adaptability to new threats. It is a lesson in resilience and innovation that humanity learned from this experience, and which should serve as a model for future crises.

Science’s ability to mobilize quickly and produce tangible results in such a short time is, for **Carlos Fiolhais**, one of the greatest legacies of the pandemic. This reinforced public trust in science, showing that, when there is a problem, science is the first to be summoned and to provide concrete answers. This is a message of hope and appreciation for scientific work that **Professor Carlos Fiolhais** shares with the Camões Radio audience.

Altruism and Overcoming Enmities: A Notable Example of Collaboration, from Carlos Fiolhais’s Perspective

One of the most inspiring and deeply moving moments of the conversation with **Professor Carlos Fiolhais** is his reflection on the surprising altruism and remarkable global collaboration that emerged during the pandemic crisis. He shares an example that, in his perspective, serves as a powerful testament to humanity’s ability to overcome historical divisions, a message that Camões Radio is keen to amplify and which resonates with its mission of unity.

**Professor Carlos Fiolhais** recounts the story of an unlikely and unprecedented partnership: the union between a small laboratory in Mainz, Germany, managed by a Turkish immigrant scientist couple, and the pharmaceutical giant Pfizer, one of the largest in the world, led by a Greek Jew. This collaboration, as described by **Carlos Fiolhais**, symbolizes the overcoming of barriers of nationality, religion, and corporate size for a greater good, demonstrating that humanity can unite in the face of a common enemy.

A simple phone call, exchanged between people who had never met in person, resulted in a strategic and altruistic alliance. The decision was clear: “We will, for the good of humanity, combine our capabilities with yours, so that humanity can more quickly establish itself.” This act of cooperation, transcending barriers of nationality, religion, and corporate size, demonstrated that the common good can, and must, prevail, a valuable lesson that **Professor Carlos Fiolhais** conveys with fervor and which should be remembered in times of division.

For **Professor Carlos Fiolhais**, this episode serves as a beacon of hope. He expresses the conviction that, despite the “ancient enmities” and divisions that frequently afflict the world, “it is still possible to have hope” that such antagonisms can be overcome when confronted with a global problem that demands a united response. This contrast of cultures and origins, united by a greater purpose, is something **Carlos Fiolhais** describes as “totally historical” and truly unprecedented, a moment that redefined the possibilities of global cooperation and which should inspire future generations.

**Carlos Fiolhais’s** reflection on this event is not just a narrative but a call to action for humanity. He suggests that if the urgency of a pandemic could unite peoples, perhaps other crises, or the simple will to progress and build a better world, could also do so. It is an optimistic vision that resonates deeply with Camões Radio’s mission to unite communities and promote mutual understanding.

The Challenges of the Digital Age: The “Infodemic” and the Need for Discernment in Carlos Fiolhais’s View

However, **Professor Carlos Fiolhais** also does not shy away from addressing the less positive aspects that the pandemic brought to light, particularly the worrying reality of the “infodemic.” He defines this phenomenon as the mass dissemination of incorrect information, a problem that was exponentially exacerbated and spread by modern communication tools, such as social media and digital platforms, a topic of great concern for **Carlos Fiolhais** and for the integrity of public discourse.

**Professor Carlos Fiolhais** describes how misinformation propagated at a dizzying speed, sometimes causing considerable “damage” to public perception and leading people to believe narratives without any scientific or factual basis. Science itself, which should have been the compass in times of uncertainty, was at times questioned by conspiracy theories and false data, challenging public trust in institutions and validated knowledge, as **Carlos Fiolhais** highlights.

This period of confinement and uncertainty imposed a “painful experience” on everyone, testing individual and collective resilience. Nevertheless, **Professor Carlos Fiolhais**, with his characteristic constructive optimism, maintains a hopeful perspective. He expresses the conviction that, despite all adversities, humanity managed to learn something invaluable from this “tough test,” a lesson that will endure beyond the immediate crisis and which will make us more robust in the face of future challenges.

**Carlos Fiolhais** believes that the “immense difficulties” we faced have made us stronger and more resilient. His hope lies in the fact that, if a similar situation occurs again in the future, we will be better prepared, having developed a greater capacity for resilience and a more refined discernment to navigate the maelstrom of information. His vision is one of collective learning, where society will arm itself with tools to combat misinformation more effectively and protect the truth.

This insightful reflection by **Professor Carlos Fiolhais** underscores the critical importance of continuous education and the ability to filter, evaluate, and contextualize information in an increasingly data-saturated world, where truth can easily be obscured by falsehood. It is a call for critical thinking and media literacy, essential messages broadcast by Camões Radio to empower its listeners.

The Evolution of Education and Youth through Professor Carlos Fiolhais’s Eyes: Four Decades of Transformation and Adaptation

With four decades dedicated to teaching, **Professor Carlos Fiolhais** had the privilege of witnessing firsthand the remarkable evolution of science and the profound impact that technological transformations have had on how young people learn, interact, and relate to knowledge. This unique perspective is valuable for understanding current and future educational trends.

Despite the rapid changes, he asserts that the essence of youth remains unchanged: “eager to learn, generous, active.” From a biological perspective, the human species has not evolved significantly over these forty years, a period too short on the evolutionary scale. However, the technological context in which we live has undergone an unprecedented revolution. **Professor Carlos Fiolhais** observes this dichotomy between the biological stability of human nature and the dizzying speed of technological change.

**Professor Carlos Fiolhais** vividly recalls the appearance of the first personal electronic computers, which were rudimentary machines compared to today’s, followed by the arrival of the World Wide Web, which democratized access to the internet and transformed how we access information. This innovation allowed computers to start communicating with each other, and later, with the ubiquity of wires and, subsequently, wireless devices, we came to have “computers in our pockets” – the powerful smartphones we know today, which are true extensions of our minds. This chronology of technological evolution, according to **Carlos Fiolhais**, radically changed the paradigm of information and learning.

These technological innovations have transformed the world into a true “global village,” where information flows instantly across continents, and with that transformation, profound changes in educational processes have emerged. Young people now have at their disposal tools that “go beyond the confines of the classroom walls,” allowing them to access a vast universe of knowledge and information through their own devices, anytime and anywhere. This unprecedented access is, for **Professor Carlos Fiolhais**, both a blessing and a simultaneous challenge.

The great challenge, in **Professor Carlos Fiolhais’s** view, lies in knowing how to “distinguish the wheat from the chaff” – that is, empowering young people to discern between reliable information and misinformation, in an ocean of data. This scenario poses new challenges for schools and, in particular, for universities, which need to adapt to students constantly connected to the world through their pockets. The goal is to promote a broader, less fragmented view of knowledge, using new media intelligently and critically. It is an appeal for adaptation and digital literacy that **Professor Carlos Fiolhais** so strongly advocates, so that education remains relevant and effective.

School and University in the Digital Age: New Roles and Challenges, in Carlos Fiolhais’s Analysis

The digital revolution has imposed a fundamental redefinition of roles for educational institutions. **Professor Carlos Fiolhais** argues that the school is no longer the sole repository of information but rather a guide, a curator of knowledge. Its function has shifted from “giving knowledge” to “teaching how to learn” and “teaching how to filter” the avalanche of data, crucial skills for survival and success in the 21st century.

For **Carlos Fiolhais**, universities, in particular, face the challenge of training critical thinkers capable of navigating the vastness of data and producing relevant knowledge. This means not only transmitting specialized knowledge but also fostering the capacity for research, analysis, and synthesis, preparing students for a constantly changing world. It is a paradigm shift that **Professor Carlos Fiolhais** has actively monitored and advocated for, emphasizing the need for a more dynamic and adaptable education.

The Limitations and Indispensability of Science, by Carlos Fiolhais: An Essential Balance for Humanity

One of the most profound and nuanced reflections by **Professor Carlos Fiolhais** concerns the very nature of knowledge. He emphasizes, with his characteristic lucidity, that science is a “very powerful” part of human knowledge, validated and obtained through the rigorous scientific method. This method is, undoubtedly, a highly effective tool, capable of unraveling the mysteries of the natural world, but, as **Carlos Fiolhais** states, “it doesn’t apply to everything.”

There are fundamental questions that simply do not fall within the strict scope of science, whose primary focus is the knowledge of the natural world. **Professor Carlos Fiolhais** points to the existence of other “human worlds” equally essential for human experience and understanding. These include the world of ideas, the world of art, the world of beauty, and the world of beliefs. These are domains that enrich human existence in ways that science alone cannot encompass, and which respond to deep needs of the human soul.

These domains, while not subject to being approached or validated by the scientific method, are, in **Carlos Fiolhais’s** view, vital for the fullness of human existence. His message is clear and balanced: it is absolutely fundamental to continue demonstrating and promoting the value, effectiveness, and importance of science in our society. However, it is equally crucial to “relativize it,” meaning to understand its limits without devaluing its enormous contribution, avoiding the scientism that sometimes attempts to reduce all reality to what is measurable.

To relativize science, for **Professor Carlos Fiolhais**, means understanding that, although it is indispensable for “saving us” – in the sense of allowing us to live better, with higher quality of life, and for longer, through medical and technological advancements – it does not constitute the sole solution for all challenges and aspects of the human condition. Science, in his perspective, must know how to “coexist with other forms of human coexistence” and with other forms of knowledge that enrich our experience, promoting a more integrated and harmonious view of understanding.

This holistic and integrated view by **Professor Carlos Fiolhais** on the “limitations” and, paradoxically, the unquestionable “strength” of science is a call for intellectual humility and the valuing of all the multifaceted dimensions of human experience. “While not everything, it is absolutely indispensable. It is absolutely necessary. And the rest is part of being human. We cannot live with science alone, but we cannot live without it,” concludes **Carlos Fiolhais** with a powerful and undeniable statement that summarizes his philosophy and the central message of this episode on Camões Radio.

Science and the Other Facets of Human Knowledge: An Integrated Perspective from Carlos Fiolhais

For **Professor Carlos Fiolhais**, human knowledge is a vast and complex mosaic. Science is a central and brilliant piece of this mosaic, but it is not the only one. Art offers beauty, emotional expression, and new ways of seeing the world; philosophy explores existential and moral questions that science cannot answer; beliefs provide meaning, purpose, and comfort to millions of people. Each of these forms of knowledge has its intrinsic value and its irreplaceable role in the human experience.

The challenge, as **Carlos Fiolhais** points out, is to avoid scientism – the idea that only what is scientifically verifiable has value. On the contrary, we should celebrate the diversity of knowledge and recognize that different domains respond to different human needs, promoting a constructive dialogue among them. This perspective from **Professor Carlos Fiolhais** promotes a richer and more complete understanding of what it means to be human and to live in society.

Disregard for Knowledge and the Future of Understanding: A Deep Concern of Carlos Fiolhais and Camões Radio’s Role

During the interview on Camões Radio, **Professor Carlos Fiolhais** expresses a clear and deep concern regarding news of university closures, specifically mentioning the case of some of the world’s top institutions. For **Carlos Fiolhais**, “closing accounts on universities is not a healthy thing,” as this act has much broader implications than mere financial management; it represents an attack on the very foundation of social progress and a nation’s capacity to develop.

The university, in his view, is much more than a building or an institution; it is the “symbol of our capacity to know,” the epicenter of the pursuit, production, and transmission of knowledge. Consequently, the disregard for knowledge, the devaluation of higher education, is interpreted by **Professor Carlos Fiolhais** as a “manifestation of ignorance,” reflecting a short-sighted and dangerous vision for the future of any society, condemning it to stagnation.

Even more seriously, he considers it a manifestation of a “lack of intelligence.” When society devalues its “greatest faculty” – the innate human capacity to seek and acquire knowledge – something fundamental is lost in the very essence of what defines us as human beings. It is an impoverishment of humanity when intellect is marginalized and investments in training and research are cut, as **Professor Carlos Fiolhais** laments, warning of the long-term consequences.

**Professor Carlos Fiolhais** expresses, however, a resilient hope. He yearns for this trend of devaluation to be merely a transitional phase, a period of temporary trial. His conviction is that humanity, once confronted with such challenges, will manage to “emerge stronger” from these adversities, reaffirming its commitment to knowledge. This inherent resilience in the pursuit of knowledge is, for **Carlos Fiolhais**, a defining characteristic of our species, and Camões Radio plays a crucial role in amplifying this message of resilience and valuing knowledge.

His unconditional defense of knowledge and intellect thus resonates as a powerful warning and an urgent appeal to value knowledge as an irreplaceable pillar of civilization and human progress, a central message in **Carlos Fiolhais’s** philosophy. Camões Radio, by disseminating this message, contributes to a crucial debate about the future of education and society, and to the formation of a more conscious and informed community.

The Beginning and End of the Universe: The Frontiers of Science and Speculation, with Professor Carlos Fiolhais

One of the most intriguing and philosophical moments of the interview with **Professor Carlos Fiolhais** arises when he is confronted with the ancient question about the “beginning” of the universe and, even more intriguingly, what might have existed “before” that beginning. His answer is marked by the intellectual honesty and rigorous delimitation that characterizes his scientific approach: “I don’t know how to answer.” This is a demonstration of the essential humility of the true scientist, as **Carlos Fiolhais** argues, acknowledging the limits of current human knowledge.

**Carlos Fiolhais** emphasizes a fundamental principle of science: scientists can only speak with authority and certainty about what they know, what can be proven or inferred from observational and theoretical evidence. Although they can “imagine” hypothetical scenarios, they have no concrete data or means of proof beyond what the universe itself reveals to us. Speculation is not scientific knowledge, a crucial point for **Professor Carlos Fiolhais**, who clearly distinguishes science from metaphysics.

Contemporary science points to an origin of the world approximately fourteen billion years ago, an event known as the Big Bang. The foundations for this conclusion are robust, including the observation of the universe’s expansion, the cosmic microwave background radiation (an echo of the primordial universe), and the formation of galaxies. It is a solidly proven theory, despite its complex nature and its profound implications, as **Carlos Fiolhais** explains.

However, **Professor Carlos Fiolhais** explains that the conditions at the very beginning of the universe were of such “intense” energy and density that they “erased any information that might have existed” from an eventual “before.” It’s like trying to see through an impenetrable fog; the information is simply not accessible to our investigative methods. The barrier of the Big Bang singularity prevents us from peering beyond it, a fundamental limit to our capacity for observation and understanding.

For **Professor Carlos Fiolhais**, speaking of a “before” the Big Bang is, therefore, pure speculation. He reminds us that space and time, according to modern physics (namely Einstein’s Theory of Relativity), are intrinsically related. The beginning of space is, simultaneously, the beginning of time. From this premise, a fascinating and counter-intuitive conclusion follows: the beginning of time means that, in scientific terms, “there is no before.” This is another, more concise and formal, way to answer the complex question about origin, showing the depth of **Carlos Fiolhais’s** thought and how science redefines our most basic intuitions.

As for the future, **Professor Carlos Fiolhais** presents a perspective that, despite uncertainties, suggests vast continuity. Although the universe continues to expand, becoming progressively colder and more diluted, and despite species, including humans, potentially disappearing eventually, “the world, all indications suggest, will continue.” For **Professor Carlos Fiolhais**, the universe “seems to have an eternal life ahead of it,” even if in a different form than what we know, a future of cosmic vastness and cold.

**Carlos Fiolhais’s** reflections on the cosmos invite us to a profound humility before the immensity and the mysteries that the universe still holds and that, likely, we will never fully unveil. Nevertheless, he reaffirms our fundamental mission as human beings: the incessant pursuit of knowing the world, an endless journey that defines our intelligence and curiosity. This is the essence of **Professor Carlos Fiolhais’s** perspective on scientific exploration, a continuous quest that defines us as a species.

The Essence of Portuguese Identity: A Personal and Unifying Message from Carlos Fiolhais for the Diaspora

To conclude this truly memorable episode of Portugal à Vista on Camões Radio, **Professor Carlos Fiolhais** shares a deeply personal and moving message, directly addressed to the vast and dispersed Portuguese community worldwide, with a particular focus on those residing in Canada and listening/watching us through Camões Radio and Camões TV. It is a testament to his genuine connection with the diaspora.

His strong connection and empathy with the Portuguese community in the diaspora is not merely academic; it stems from his own lived experience. **Professor Carlos Fiolhais** recounts that during the period when he pursued his doctorate in Germany, he had the opportunity to live closely with Portuguese immigrants and, in particular, with their children – the “so-called second generation.” This immersion allowed **Carlos Fiolhais** a deeper understanding of the phenomenon of immigration and the preservation of culture and identity far from the motherland.

It was from a distance, far from Portugal’s geographical borders, that **Professor Carlos Fiolhais** better perceived and understood “what Portuguese culture was.” This culture, he explains, spreads and manifests itself in “various ways.” It is not just the language, although the language is a “very strong” pillar and a unifying element par excellence, but a set of traditions, values, habits, memories, and a way of being in life that is intrinsically Portuguese.

The choice of the name “Camões TV” and “Camões Radio” is, for **Carlos Fiolhais**, symbolic and appropriate, as the “language of Camões” is the bond that unites us and allows us to feel Portuguese, regardless of where we are in the world. His message is a passionate invitation and an appeal to the Lusitanian soul: “feel Portuguese,” keeping the flame of identity and pride in one’s roots alive.

There is “something difficult to define that unites us all,” a shared essence that transcends geography and generations. He describes it as a cultural “brotherhood,” an invisible but powerful bond, which allows, for example, “at a table in a Canadian city,” Portuguese people to share not only the language but also “Portuguese dishes,” “stories of Portugal,” and an entire cultural heritage that makes us who we are. This sharing of experiences and memories is fundamental for community cohesion and for the transmission of culture, in **Carlos Fiolhais’s** view.

These bonds are, according to **Carlos Fiolhais**, “very strong” and, crucially, “cannot be destroyed.” He expresses the sincere hope that the modern means of communication we have at our disposal today, such as Camões TV and Camões Radio, will serve precisely to keep these bonds of unity and belonging alive and, even more importantly, to strengthen them among Portuguese people scattered across the globe. It is a celebration of the diaspora and its ability to preserve and transmit its culture, adapting to new times.

“Portuguese people, wherever you are, always be Portuguese, just like me, and united, let’s say, by the same culture,” is his powerful, emotional, and inspiring final appeal, which perfectly concludes an unforgettable interview and an episode of Portugal à Vista that will remain in memory. **Professor Carlos Fiolhais’s** message is a hymn to global Portuguese identity, a theme that Camões Radio is dedicated to promoting daily, being the voice of Portugal in Canada.

The multifaceted and humanistic insights from **Professor Carlos Fiolhais** on science, the nature of knowledge, the challenges of the digital age, and the profound essence of Portuguese identity, make this episode of Portugal à Vista a must-watch and must-listen. It is an eloquent testament to the richness of Portuguese thought and the resilience of a people scattered across the world, yet eternally united by a common heritage and spirit, a reality lived and celebrated by Camões Radio, the voice of Portugal in Canada.

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