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Voos internacionais podem não normalizar até 2023

Written by on May 19, 2020

Mesmo quando a recuperação começar é antecipado que esta retoma seja liderada por viagens domésticas.

 

 

No grupo de todas as incertezas que rodeiam a situação mundial da pandemia do novo coronavírus e do regresso faseado à atividade, o setor das viagens estará no topo dos mais afetados e rodeados de incógnitas. Sobretudo em relação à aviação.

Segundo uma nova análise da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) divulgada pela “Lonely Planet“, é agora esperado que os danos da Covid-19 ao setor das viagens aéreas se estendam até 2023, com as viagens de longo curso a serem as mais afetadas.

O estudo explica que quando a recuperação começar é antecipado que esta retoma seja liderada largamente por viagens domésticas; sendo que no geral a IATA estima que o tráfego de passageiros não voltará aos níveis pré-crise até pelo menos 2023.

A associação calcula que no próximo ano, 2021, a procura global de passageiros seja ainda 24% abaixo dos níveis de 2019 e 32% abaixo da previsão feita em outubro de 2019.

Os dados baseiam-se em parte na observação de aberturas lentas das economias e no relaxamento progressivo das restrições de viagem, com os bloqueios a serem provavelmente estendidos até o terceiro trimestre deste ano, havendo ainda a possibilidade se uma segunda vaga de coronavírus. A organização frisa ainda que as medidas de quarentena na chegada, que estão a ser ponderadas por vários destinos, irão afetar ainda mais a confiança nas viagens aéreas, com 69% dos viajantes inquiridos a afirmar que não considerariam viajar se tal envolvesse um período de quarentena de 14 dias.

A IATA incentiva os governos a procurar medidas alternativas para garantir a segurança, como ações de biossegurança eficazes e globalmente harmonizadas, que seriam “fundamentais” para o relançamento das viagens aéreas.

 

Fonte: NIT.pt


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