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Escultura de cabeça de cobra de 500 anos surge após terremoto no México

Written by on October 24, 2023

Escultura de cabeça de cobra de 500 anos surge após terremoto no México

 

Objeto de origem asteca emergiu depois de um tremor de magnitude 7,7 em 2022 e agora passa por restauração. A escultura permanece em condições notáveis ​​e ainda está 80% coberta por um arco-íris de pigmentos coloridos, incluindo ocre, vermelho, azul, preto e branco

Após um terremoto em 2022, uma gigantesca cabeça de cobra de pedra de 500 anos atrás surgiu do solo de uma faculdade de direito no centro histórico da Cidade do México. Arqueólogos do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) recuperaram a escultura.

 

O tremor de magnitude 7,7 atingiu os estados mexicanos de Michoacán e Colima em 19 de setembro do ano passado. Segundo o IFLSCience, os estrondos foram sentidos a 400 km do epicentro na capital do México, causando danos a dezenas de edifícios.

Naquele mesmo dia, uma equipe da Secretaria de Cultura do Governo do México, através do INAH e do apoio de especialistas da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM), entre outros, descobriram a cabeça de cobra de pedra.

 

Salvador Pulido Méndez e Patricia Ledesma Bouchan, da Direção de Salvamento Arqueológico (DSA) e do Museu do Templo Maior (MTM) do INAH, informaram que a descoberta foi feita sob a asa leste do edifício da antiga Escola de Jurisprudência da UNAM, no Centro Histórico da Cidade do México.

 

A escavação para resgatar a escultura ocorreu a 4,5 metros de profundidade. A cabeça gigante mede 1,8 metros de comprimento, 1 metro de altura e 85 centímetros de largura, com um peso estimado em 1,2 toneladas.

Estima-se que a cobra seja do final do Império Asteca. Apesar de ter se passado há meio milênio desde sua criação, a escultura permanece em condições notáveis ​​e ainda está 80% coberta por um arco-íris de pigmentos coloridos, incluindo ocre, vermelho, azul, preto e branco.

 

De acordo com o INAH, o monumento está fora de seu contexto original: antes ele estava associado a uma série de elementos arquitetônicos. A preservação de suas cores e da argamassa ocorreu devido a misturas de lama e água que cobriram a escultura por mais de meio milênio.

Fonte: Revista Galileu

 

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